Investigação Unicista

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Conteúdo

A investigação

Começou em 1976 e culminou com a finalização da investigação sobre a origem das falácias no ano 2003, abrangendo indivíduos, instituições e países.

Investigação de Indivíduos

A investigação cobriu 112 experimentações, em um período que em todos os casos superou os 5 anos e em 20 casos superou os 10 anos. Por razões de confidencialidade não se publicam os nomes verdadeiros das pessoas sobre as que se experimentou, mas sim seus pseudônimos publicados no livro “Lógica da Aprendizagem”.

Investigação de Instituições

Tampouco no caso de instituições se publicam os nomes verdadeiros das mesmas, embora várias delas fossem “sujeitos” em diferentes livros como “Arqueologia do Futuro” e “Lógica das Organizações”. Em todos os casos se investigou a evolução prognosticada por mais de 10 anos e, além disso, a evolução histórica das mesmas. Só se consideraram instituições que ao momento de ser investigadas tinham mais de 30 anos de vida.

Desenvolveram-se aplicações às seguintes tecnologias:

  • Análise Estratégica
  • Análise de Negócios
  • Unicist Kaizen
  • Unicist Project Management
  • Laboratórios de Mercado
  • Desenho de IT
  • Análise Industrial
  • Análise Comercial
  • Análise Organizacional
  • Análise de Recursos Humanos
  • Análise de custos
  • Análise de processos de aprendizagem
  • Análise de Management
  • Análise de mercados
  • Unicist Knowledge Management
  • Investigação operativa
  • Construção de objetos
  • Análise fundamental econômica (macro)
  • Análise fundamental social (macro)
  • Construção de cenário país
  • Construção de cenários de negócios
  • Análise de globalização
  • Análise fundamental financeiro (micro)
  • Análise fundamental econômica (micro)
  • Investigação e Desenvolvimento


As tecnologias apoiadas nesta teoria foram aplicadas em:

ABB, A. G. Mc. Kee & Co., American Express, Apple Computers, Autolatina (Ford-Volkswagen), BankBoston, BASF, Bayer, Brahma, Ciba Geigy, Cigna, Citibank, Coca Cola, Colgate Palmolive, Deuts-che Bank, Diners Club, Federación Patronal de Cafeteros de Colom-bia, Glasurit, Hewlett Packard, IBM, ING, Johnson & Son, Lloyd´s Bank, Massey Ferguson, Merck, Monsanto, Parexel, Pirelli, Renault, Sandoz, Shell, Sisa (Citicorp), Telefónica, TGS, Worthington, Xerox, YPF.

Investigação de Países

Os países investigados são os seguintes: Argentina, Austrália, Bélgica, Brasil, Canadá, Chile, China, Colômbia, Costa Rica, Inglaterra, Finlândia, França, Alemanha, Holanda, Índia, Coréia do Sul, México, Nova Zelândia, Noruega, Peru, Polônia, Rússia, Eslováquia, Espanha, Suécia, Suíça, Uruguai, Estados Unidos, Venezuela, Itália. A estes se adicionaram posteriormente outros, mas já como campo de aplicação.

A investigação inicial, para a formulação das hipóteses, se centrou nos Estados Unidos, Brasil, Alemanha, Argentina e Japão.

A Evolução e a Involução

Durante a investigação se realizaram os prognósticos de evolução e involução de indivíduos, instituições e países. Com seu seguimento se buscou validar os prognósticos tanto de evolução como de involução.

Encontrou-se desta maneira a validez das estruturas funcionais que regulavam a evolução destes “seres” e com isto se validou a teoria.

No caso de países se seguiram as crises e guerras pelas que passaram, procurando prognosticar o que ia ocorrer depois da crise ou guerra em termos de valor agregado ao contexto em que atuavam.

Contraste com outros enfoques

Desenvolver uma teoria de evolução dos seres vivos, assim se tenha restringido ao homem como ser vivo, implica compatibilizá-la com outras ciências onde os descobrimentos já foram validados.

Uma teoria de evolução está muito aparentada com os sistemas complexos e com a teoria do caos, e como tal requer um enfoque que inclua os aspectos comprovados destas. O elemento central que toma a teoria unicista de evolução é o conceito de atrator que alcança diferentes níveis de profundidade.

No mais profundo o conceito aparece ligado ao DNA e no mais superficial, na conduta do homem, aparece ligado aos valores.

Esta teoria foi validada com a genética. O descobrimento da estrutura do DNA, representou a validação ou invalidação da Teoria Unicista já que caso os princípios de evolução fossem incompatíveis então a informação mais “dura”, o DNA, deveria ser considerada boa. O DNA funciona como “conceito” nos seres vivos.

Também se fez um contraste com a física, já que nenhum princípio biológico ou evolutivo podia ser contraditório com a mesma.

A teoria Unicista da evolução também se contrastou com a concepção oriental. A evolução foi sempre um tema das filosofias orientais, onde o limite entre ciência, filosofia e religião nunca existiu em forma racional como no ocidente. O enfoque Unicista é também compatível com os conceitos de evolução desenvolvidos no oriente, enraizados na filosofia Zen.

Aplicações Científicas da Teoria Unicista de Evolução

Em Ciências da Vida: O desenvolvimento da estrutura funcional que regula a evolução e a estrutura do ser vivo como campo unificado.

Em Investigação: O desenvolvimento de uma metodologia de investigação de sistemas complexos.

Em Filosofia: A refutação da dialética de Hegel como um caso particular e a formulação das leis de uma dialética Unicista.

Em Ciências Sociais: O desenvolvimento das invariáveis transculturais e suas leis de evolução.

Em Prospectiva e Estratégia: O desenvolvimento da estrutura dos conceitos que permite inferir a evolução.

Em Educação: O descobrimento dos conceitos da aprendizagem que dão fundamento, entre outros a Piaget.

Em Antropologia: O descobrimento das invariáveis da conduta do homem.

Em Matemática: A fundamentação conceitual da dependência, interdependência ou independência de variáveis.

Em Economia: A refutação da teoria econômica clássica e formula-ção da teoria unicista do valor, do crescimento, da demanda, e aplicações específicas em elasticidade da demanda. A estruturação funcional das escolas econômicas e sua funcionalidade.

Em Ciências Políticas: A fundamentação conceitual das ideologias e sua funcionalidade.

Em Ciências do Conhecimento: A capacidade de construir conhecimento a partir de integrar com uma lógica integradora a informação disponível.

Em Lógica: O desenvolvimento e formalização da lógica integradora, base para a unificação de campos. O descobrimento da origem das falácias humanas.

No caminho foram feitas as investigações que deram lugar aos modelos operativos disponíveis hoje para sua aplicação a culturas, instituições, negócios e indivíduos.

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